Câmara Municipal propõe sensores de glicose gratuitos para pacientes com diabetes tipo 1

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Câmara Municipal propõe sensores de glicose gratuitos para pacientes com diabetes tipo 1

A Câmara Municipal de Campo Grande está mobilizada para garantir que pacientes com diabetes tipo 1 recebam sensores digitais de glicose gratuitamente pelo sistema público de saúde. A proposta foi discutida em uma audiência pública realizada na manhã desta segunda-feira, 10 de novembro.

O vereador Ronilço Guerreiro, responsável por propor o debate, anunciou que diversos parlamentares vão destinar parte de suas emendas impositivas do Orçamento de 2026 para financiar a compra dos sensores. Além disso, ele é autor de um projeto de lei que determina que a Prefeitura adquira e distribua os dispositivos para quem vive com a doença.

“Precisamos trabalhar juntos para resolver esse problema. A Câmara está unida para criar um projeto-piloto que permita à Prefeitura comprar e repassar os sensores aos pacientes”, afirmou o vereador.

O presidente da Casa, Epaminondas Neto, destacou que a iniciativa de Ronilço une recursos de vários vereadores, fortalecendo o projeto coletivo. “As emendas impositivas tornam viável a execução das leis que aprovamos. É um esforço conjunto para garantir que esses sensores cheguem a quem precisa.”


Tecnologia que muda vidas

Hoje, pacientes com diabetes tipo 1 precisam furar o dedo até 300 vezes por mês para medir a glicose. O sensor digital, que custa em média R$ 300 e deve ser trocado a cada 15 dias, elimina essa necessidade e permite monitorar a glicemia de forma contínua.

A jovem Kamila Moura, de 12 anos, emocionou os presentes ao contar que deixou de sentir medo depois de usar o sensor:

“O sensor não é comodismo, é liberdade. Poder comer, brincar e dormir sem medo é uma esperança para quem precisa furar o dedo todos os dias.”

Sua mãe, Vânia Moura, relatou que o dispositivo trouxe mais qualidade de vida e segurança. “Na escola, é outra vida. Acompanhar tudo pelo celular dá tranquilidade para toda a família.”


Economia para o SUS e mais segurança

Para Lenine Oliveira Rocha Junior, representante da Associação dos Diabéticos de Campo Grande, o projeto também representa redução de custos para o sistema público.

“Um sensor custa muito menos do que uma internação por complicações do diabetes. Essa conta é simples — além de salvar vidas, economiza recursos do SUS.”


Apoio técnico e ampliação do debate

Durante a audiência, a médica Bianca Paraguassu e a nutricionista Walkiria Vieira explicaram os benefícios clínicos dos sensores.
Segundo Bianca, o dispositivo monitora os níveis de glicose 24 horas por dia, ajudando o paciente a ajustar doses de insulina e evitar crises de hipoglicemia.
Walkiria complementou que o sensor “salva vidas” e oferece segurança, especialmente para crianças e idosos, por meio de alertas e monitoramento remoto via aplicativo.

O deputado estadual Paulo Corrêa também participou e defendeu a expansão da proposta para todo o Estado de Mato Grosso do Sul.


Entendendo o diabetes tipo 1

O diabetes tipo 1 é uma doença crônica e autoimune, na qual o sistema imunológico destrói as células do pâncreas que produzem insulina. Essa condição exige uso contínuo do hormônio e monitoramento rigoroso da glicose.

Entre os sintomas mais comuns estão sede e fome excessivas, perda de peso, fadiga, fraqueza e vontade frequente de urinar.


Fonte: Câmara Municipal de Campo Grande
Fotos: Jeozadaque Garcia


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