Sessão na Camara Municipal de Campo Grande sobre o projeto do sensor de glicemia

Transcrição do vídeo:

  • Antes, porém, de acordo com o parágrafo terceiro do artigo 111 do regimento interno, usará da palavra o senhor Lenine Oliveira Rocha Júnior, tesoureiro da Associação dos Diabéticos de Campo Grande, para discorrer sobre a importância da aquisição do sensor de monitoramento de glicemia. Peço ao cerimonial que encaminhe o Senor Lenine para a tribuna.
  • Sehnor Lenine já está aqui. Vossa Excelência disporá de 10 minutos para a sua explanação. Após isso, abriremos a partes aos vereadores e o senhor terá mais um minuto ao final para fechamento da palavra. OK. Tá. OK. Com a palavra. Fica à vontade. Obrigado, senhor presidente. Obrigado aos vereadores, equipe, população.
  • Eh, quero falar um pouco primeiro sobre a doença, né, diabetes tipo 1, que ela é muito confundida ainda com a diabetes tipo 2, que é mais conhecida. Eh, resumindo, essa doença é uma doença autoimune, né, onde o organismo da pessoa não produz mais insulina, ela ataca, é uma doença autoimune, ela ataca a célula beta do pâncreas, onde a pessoa não produz mais insulina no corpo, ela passa a não produzir.
  • Então, é necessário fazer a insulinização dessa pessoa, tanto quando ela tá em repouso, ela não tá se alimentando, quanto quando ela vai se alimentar. Então é um controle assim diário feito ao ao tipo um, né? E se acarreta mais em crianças, porém acontece com os adultos também, né? Geralmente ela é diagnosticada ali na infância e pasmem, mas uma cada nove crianças morre antes do diagnóstico.
  • Então, ah, tem um problema também até na na descoberta do diabete tipo 1. Então, a essas crianças a cada nove, uma antes do diagnóstico vem a falecer, tá? Então esse controle ele é feito vitalício pro resto da vida, né? é o controle diário constante da glicemia, né? Essa é a diferença do tipo dois pro tipo um.
  • Tipo um não, ele não tem como resolver isso a não ser fazer um controle glicêmico, tá? Então, como que é o o monitoramento tradicional feito eh sem esse sensor que a gente tá lutando para ser disponibilizado? É feito a ponta de dedo, não sei se vocês já viram, faz um furo, não é ponta de dedo, coloca-se no glicosímetro e faz essa medição.
  • Só que no tipo um, você tem que fazer muitas medições. Você tem que fazer, por exemplo, acordou de manhã, faz uma medição, a glicemia tá OK ou não está OK, você faz a insulinização, ela vai se alimentar. Você tem que fazer o cálculo dessa alimentação, você tem que ver o peso, você tem que ver quantos carboidrato tem, quanto proteína tem, quantas gorduras tem.
  • São muitos cálculos. eh para fazer um uma refeição sequer. Por exemplo, a minha filha tá na escola agora, ela tem o sensor, eu consigo ver em tempo real a glicemia dela, né? Eu consigo visualizar a glicemia dela. Eu já mandei pra professora a quantidade de insulina que ela ia aplicar. Então isso me fez poder estar aqui.
  • Se eu não não tivesse o sensor funcionando agora, eu ia ter que est ir na escola como é o de muitas mães terem que parar de trabalhar, né? A maioria, 99% é são as mães que têm que parar de trabalhar para cuidar desse desse filho, né? A nossa presidente da associação tem dois filhos da M1, né? Então é muito difícil, muito complicado, porque você tem que fazer isso o tempo todo.
  • Duas horas depois do café da manhã, a gente tem que medir novo, furar de novo o dedo. Se não tiver boa, tem que fazer aplicação na barriguinha, no braço. Eh, almoço, mesma coisa. Então, você vai começa a contar quantos furos você tá fazendo no dedo da criança e na e ainda tem que aplicar a insulina. Então, quantos furos são feitos aí? Isso se a glicemia tiver boa, porque se ela tiver ruim tem que fazer mais vezes e ir controlando essa glicemia, tá? Então é essa a realidade.
  • Qual que é o problema disso tudo? À noite, eh, eu não sei quantos eh passaram por essa experiência de você ter um filho bebezinho e você ficar toda a noite vendo se ele tá respirando para ver se tá vivo. Eu acho que toda mãe passa por isso e muitos pais também. Você fica ali, nossa, será que ele tá vivo? Será que tá respirando? Você vai? E a gente passa isso todos os dias e para sempre.
  • Enquanto o nosso filho tiver vivo, a gente vai estar preocupado se ele tá tendo alguma hipoglicemia noturna. Porque se a gente errar num numa aplicação de insulina, se a gente der a mais a insulina, a esse paciente, essa pessoa com com pode ter uma hipoglicemia severa e pode falecer, né? Se a gente não controlar as altas glicemias, esse paciente, essa pessoa começa, o sangue ficar eh ácido, porque o organismo começa a queimar a gordura para transformar, para tentar combater ali a a glicemia e começa a ficar ácido, ele pode entrar em cetocidose e entrar
  • em coma e pode também vir a falecer. E é muito comum os pacientes diabéticos tipo um serem internados por cetoocidose. Então isso acontece muito e em maioria dos casos até na hora que descobre a a a diabetes, essa criança já tá em cetocidose. Também já eh já entendem, né, o que que custa uma internação hoje por cetocidose, né? A maioria dessas crianças acabam faz ficando eh internadas por isso quando não fazem um bom controle, tá? Então tem uma uma luz nesse fim desse túnel.
  • Graças a Deus, né? A gente pode, a gente tem a insulina porque há 100 anos atrás, cerca de 100 anos atrás, essas crianças elas estavam eh fadadas à morte. Ela era uma sentença de morte quando não existia insulina. Descobriu a diabético 1, essa criança ia pro hospital para esperar a morte. E graças a Deus nós tivemos a descoberta da insulina que é um é uma é a vida, a insulina é vida para essa para esses pacientes, tá? Então o que o o esse sensor ele traz de benefício? Como eu já disse, toda a parte ruim eh vou falar da parte boa, ela ele traz um
  • melhor controle. Como eu disse, eu consigo descobrir eh quanto tá a glicemia da minha filha antes de dar um lanche para ela. Então, eu preciso fazer um cálculo. Se ela não está boa, eu tenho um uma quantidade de insulina que eu tenho que aplicar nela e uma quantidade de insulina que eu preciso aplicar para esse alimento que ela vai comer.
  • Então, eu, o certo seria pesar o alimento, saber quantos gramas de carboidrato ele tem, mas com o tempo a gente vai já alguns alimentos a gente já vai sabendo quando como é. Mas é o dia inteiro de cálculos, toda hora é calculando, é fazendo esse cálculo. Então você imagina além do da criança que tá com diabetes, o adulto também acaba tendo eh vivendo em função dessas medições.
  • Então é muito complicado, cansativo e e não dorme mais. Você imagina sem um sensor, porque os que que acontece à noite? Você tem que ficar cuidando a glicemia do teu filho. Eu lembro que eu eu acordava de hora em hora para olhar como que ela tava. Então você imagina um adulto, um ser humano acordando o tempo todo e não dormindo mais.
  • Eu fiquei mais de de ano sem dormir eh cuidando da glicemia. Então, por exemplo, eu tive que fazer reposição hormonal porque até a minha meus hormônios ficaram eh desregulados. E isso pode gerar depressão, isso pode gerar outros problemas eh eh vasculares no homem, na mulher também. Você imagina quantas doenças pode causar numa mulher que não dorme porque tem que ficar cuidando do seu filho à noite.
  • Agora, com sensor, se a glicemia dela baixar até o nível eh ali que a gente coloca, ele dá um alarme. Então, o meu celular toca. Se ela subir, o alarme toca também. E se perder o sinal do sensor, também vai tocar. Então isso dá além do de um melhor controle para o paraa criança e pro adulto, os pais conseguem descansar, conseguem dormir, conseguem ter um pouco mais de tranquilidade ali no seu sono, tá? E isso com isso, com um melhor controle, eh esses esses pacientes começam a usar menos insumos.
  • Porque quando você tem uma uma descontrole de glicemia, por exemplo, quando uma glicemia, a minha filha, se ela comer uma batata frita, uma porção de 400 g de batata frita e eu dou uma insulina para ela, depois de 2 horas a gordura dessa batata, se eu não corrigir, vai para 400 a glicemia dela. Só para vocês terem uma ideia, 400 assim em uma hora.
  • E se eu não controlo isso, eh, eu vou trazendo esses esses malefícios a longo prazo. Os jovens eles têm, eh, problemas, eh, de visão, eles têm problemas de rim, porque isso acarreta quando você deixa essa glicemia em alta, tá? Então, até os 20 anos, a maior parte desses jovens diabetes pum já apresentam esses problemas por falta do controle dessa dessa glicemia.
  • Então, a gente precisa eh cuidar e ter mais atenção a esse a esse controle, fazer o que for preciso para ter o controle. E o sensor te dá essa visão 24 horas, a facilidade de controlar, a facilidade de insulinizar. Só um minuto. E já tem mais de 40 eh localidades que já distribui esse sensor, né? a gente tem aqui, por exemplo, no em Dourados, que já faz esse trabalho, eh, além de distribuição do sensor, ele tem todo um apoio também da da empresa aqui, distribuir esse sensor.
  • Então, é muito importante e vai fazer com que é com esse controle de glicemia a gente tenha utilização menor de insumos, a gente tem a diminuição de internações, a diminuição de complicações em decorrências do do diabetes. Tem pessoas que chegam a ter que fazer transplante de de pâncreas, transplante de rins, problemas de visão, cegueira, tudo por causa do descontrole.
  • Então, a gente conseguindo fazer esse bom controle, eh, muitos, muitos desses problemas podem ser totalmente sanados. Obrigado, gente. Peço que o senhor eh aguarde um pouco mais na tribuna dessa casa para o a parte dos colegas que queiram comentar a fala de Vossa Senhoria. Pela ordem, vereador Marco Nogueira. Quero parabenizar, Lenine, te conheço, não é, de hoje e o tempo que você milita nesse assunto que é de extrema importância, mostrando que a população faz muito mais do que o poder público para conscientizar o próprio poder
  • público. Eh, aposto que não é falta de dinheiro, tá? Aposto né falta de dinheiro, porque as pessoas trabalham metade do ano nesse país e devolvem sobrio, que tem jovens morrendo, que tem pessoas que nem chegam à idade de avançada, porque você antes da sessão me falou: “Maichael, estimativa de vida de uma pessoa que tem diabetes tipo um é em torno de 30 anos de de vida, eh, em pleno 2025, que absurdo.
  • E quero te parabenizar mais uma vez, dizer que a gente vai cobrar da Secretaria de Saúde uma posição referente a um plano paraa aquisição desses sensores de monitoramento de glicemia. Até pouco tempo atrás não tinha fitinha que é mais simples, a mais barata. Você me disse que ficou mais de um ano. Muitos, muitas pessoas ficaram mais de um ano sem essa fitinha.
  • e volta e meia por problema de licitação, acaba na rede. E o problema ele continua, ele é diário, ele é de hora em hora na vida das pessoas. Mas eu queria te fazer uma pergunta, se você tiver a oportunidade de de esclarecer pra gente. Existe como reverter por meio de exercício qual outra política pública para além da do medicamento a gente pode estimular para que as pessoas diminuam a sua incidência ou não? Existe algum tipo de alimentação específica que as pessoas podem ter para evitar não eh evoluir para um para um quadro de de diabetes
  • tipo um por hora? É só isso, senhor presidente. Obrigado. Eh, a a diabetes tipo um, diferente da diabetes tipo 2, ela assim, o exercício físico, a alimentação eh balanceada, bons alimentos, eles ajudam na doença de qualquer pessoa, né? qualquer pessoa que tá aqui, se não se alimentar bem, não fizer exercício, vai ter problemas de saúde.
  • Pro diabético um é a mesma coisa, a o exercício físico, eh, o chá de, sei lá, de pata de vaca, nada disso vai solucionar a diabetes tipo um, porque ela é uma doença autoimune. Então, a a o cuidar da alimentação é importante como qualquer ser humano, mas o diabético pum ele não pode é achar que ele fazer uma dieta low carb, por exemplo, e virar um atleta do crossfit ou de outras áreas, ele vai est livre da doença.
  • No máximo ele vai usar um pouco menos de insulina porque ele vai comer menos carboidrato e vai gastar mais. Só que o problema maior assim, é bom você ter tocado nesse assunto, é, imagina você ter um filho que quer ir no aniversário da escola, por exemplo, tem a a festinha ali na sala de aula e tem bolo, tem brigadeiro e você fala para ele: “Não, você não vai comer”.
  • E o que que acontecia? Acontece ainda que que alguns médicos defendem isso, defendem que a criança faça uma dieta low cararb, a criança tá em desenvolvimento, ela precisa de carboidrato para crescer. E outra, que que acontecia muito? Essas crianças tinham um problema psicológico por conta disso, da privação, da privação de tudo.
  • Quando elas chegavam na adolescência, elas se revoltam com a doença e aí elas descuidam. E aí quando elas recobram, fala: “Puxa, eu preciso cuidar”. Já tem vários problemas que já não tem mais volta, problema de visão, problema de rins. Então isso também é um problema. a a criança ela não precisa eh ficar sem comer nada, mas ela precisa comer com o controle correto, com o cálculo correto.
  • E como é difícil e complicado fazer esse cálculo, a gente como associação também tá ajudando e ensinando essas pessoas, auxiliando a como elas fazem essa contagem e com o sensor isso vai ser mais fácil de fazer esse monitoramento e esse acompanhamento. Obrigado pela pergunta, Michael. Vereador Dr. Lívio. Pela ordem. Penine, quero te parabenizar pela luta, né? solidarizar com a luta de toda a Associação dos Diabéticos de Campo Grande.
  • Tenho mãe diabética também, a gente entende essa luta aí diária. E eu tive a oportunidade num determinado momento da minha vida em que eu fui diagnosticado como pré-diabético. E aí, nesse caso, eu acabei utilizando essa ferramenta, né, o sensor, e foi realmente de extremo extremo uso, né, e facilidade, praticidade para que a gente pudesse fazer o tratamento mais adequado.
  • E a diabetes hoje, eh, eu encaro como a pior doença existente na humanidade. Por quê? porque ela vai lesionando cada órgão do corpo humano eh ao longo do tempo, né? Eu sou oftalmologista e a gente vê uma série de pacientes que são hoje deficientes visuais em função do mau controle do diabetes, assim como o efeito renal, vários dialíticos que hoje enfrentam essa rotina de estarem aí três vezes por semana numa máquina de hemodiálise, também em função das lesões ocasionadas pelo diabetes, além de aumento de infartos, AVCs e uma série de outras
  • situações. E quando isso eh se repercute para uma infância, né, uma primeira infância, uma uma adolescência, isso se torna ainda mais grave. Então eu espero que como avanço na política pública de controle do diabetes, esse projeto que tem a minha a o meu total apoio, ele venha realmente a vigorar.
  • Eh, conte com esse parlamentar, conte com esta casa para esse apoio completo e restrito a essa demanda. Muito obrigado. Pela ordem, vereadora Luía Ribeiro. Obrigada, presidente. Também usar esse microfone para cumprimentá-lo, parabenizar, reconhecer toda a luta, né? eh uma questão de termos já a humanidade, a sociedade construído o instrumento necessário para melhorar a vida das pessoas, né? A ciência já alcançou esse lugar, né? Já temos o aparelho, já temos a tecnologia, mas precisamos fazer acessível a todos, porque senão daí não serviu aos
  • propósitos dela. É essa a nossa sempre angústia, né, que a gente precisa. avançar na pesquisa, na ciência, encontrar caminhos e encontrando, precisa ter voz como a tua para chegar aqui nesse plenário, nos mobilizar, mobilizar o vereador eh Ronilson Guerreiro, que fez o projeto de lei, que está tramitando, é isso, né, vereador, projeto de lei na Câmara, que terá, com certeza, o nosso apoio.
  • E aí depois tem uma outra fase que é a fase da garantia da efetividade desta norma, né? Então dizer assim que o senhor pode contar muito com a minha meu minha energia aqui, meu concurso, como eu acho que de todos os vereadores, falar pro vereador Ronilson, vereador, o senhor me chama, olha Luía, eu vou fazer isso, vou fazer aquilo sobre esse projeto, sobre essa conquista, porque nós sabemos o quanto isso é transformador na vida das pessoas.
  • Esses dias mesmo eu vi eh na internet passando ali, né, para olhando as coisas que estão no feed, apareceu um prefeito de uma cidade do interior de São Paulo fazendo exatamente isso, a colocação nas crianças desse aparelho para fazer a medição precisa, né, da glicemia e aí poder tomar as providências, tanto a família como a escola, como qualquer pessoa que esteja com elas, né? Então isso é muito importante também o monitoramento pros idosos, né? Porque a pessoa quando tá na fase adulta tem mais consciência, às vezes é capaz de se conduzir, mas os bem
  • pequenos e os idosos precisam muito desse monitoramento. Então, parabenizá-lo, dizer que pode contar muitíssimo com todos nós aqui. Obrigado. Ordem, vereador Roníso Guerreiro. Eh, senhor presidente, antes da minha fala, eu quero aqui prestar minha solidariedade do fato que aconteceu em relação a seu assessor, dizer que é empatia pura e no nosso coração, nós vivemos como estivéssemos de partida.
  • Por isso que é importante viver intensamente cada momento da nossa vida com gratidão. Então fica aqui registrado o meu carinho, a família e a toda a sua equipe. E dizer aí ao Lenine que esse projeto que vocês trouxeram até a Câmara Municipal de Campo Grande é muito importante, é referência, é empatia. Eu fico imaginando, vereadora Luía, quantas crianças, quantos adultos, quantas pessoas precisam furar o dedo diariamente para verificar o nível de glicose no sangue.
  • Quantas pessoas sofrem neste momento porque precisam de uma atenção especial do poder público. E esse projeto, além de já estar em outras cidades como Dourados, outras capitais, precisa ser aplicado em Campo Grande. E eu quero fazer um apelo aqui a todos os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande. Quando esse projeto for em votação, vamos aprovar.
  • Já falei com a secretária de saúde, juntos conversamos com ela, ela sabe a importância que tem esse projeto. Já quero fazer um apelo aqui a todos os vereadores para que nós possamos assinar uma emenda coletiva impositiva. Cada um dá um pouquinho da sua emenda para fazermos um projeto piloto para comprar esse sensor para as nossas crianças, para as pessoas com diabetes.
  • dizer que é importante essa casa sensibilizar por essa causa. Empatia. Quantas pessoas precisam de uma atenção? Eu digo mais, quando você tem o sensor, vai evitar internações, vai ter maior qualidade de vida, vai ter respeito à pessoa. Então, na verdade, foi aquilo que o vereador Maicel disse, muitas vezes não é o dinheiro, não é o recurso, é, na verdade, nós organizarmos para que as pessoas possam ter esse sensor.
  • Então aqui fica registrado eh a gratidão por senhor estar aqui, a gratidão de todos os vereadores e eu acredito muito como o vereador Clodoilson também quer assinar o projeto, vereador Luísa quer assinar o projeto, que esse projeto será aprovado, que iremos conversar com a prefeita Campo Grande vai ser piloto em relação a este projeto e pode contar comigo e com vários vereadores dessa casa.
  • Muito obrigado, viu, vereador André Sarineiro. Pela ordem, caro Lenine, muito importante, sem sombra de dúvida, a questão do sensor. Eu participei da diretoria da ADIFA outrora, que é a Associação dos Diabéticos, Familiares e Amigos do Mato Grosso do Sul. Eu fui voluntário na diretoria e vi ali os números estarrecedores do descaso do poder público com diabetes, não é? Uma doença que afeta milhares de brasileiros.
  • Aqui mesmo neste plenário, se perguntarmos se há pessoas com diabetes, com certeza terá. E precisamos de medidas públicas para facilitar, amenizar o dia a dia das pessoas que têm que conviver com a diabetes. Então, parabéns. Eu acho que é uma luta muito bonita. Inclusive também por falar em questão de saúde, gostaria de avisar aos nobres pares que o nosso gabinete está ali no corredor da Câmara com a campanha de doação de órgãos, conscientização sobre doação de órgãos.
  • É uma atitude tão simples, mas que pode salvar tantas vidas, né? E a gente mandou fazer uma pulseira verde para colocar no braço da pessoa, que é para quando ela chegar na casa dela, ela lembrar a família dela, avisar que ela é doadora de órgãos, né? Então fica o convite para aqueles que quiserem ter mais informações sobre essa questão da doação de órgão, nos procurem.
  • Muitas pessoas têm dúvidas, né, ou tem um tabu sobre essa questão da doação de órgão, nós estaremos ali à disposição. Parabéns pela vossa fala. Obrigado. Eh, concluído as falas dos colegas, convido Vossa Senhoria eh para ter mais alguns minutos e fazer a sua conclusão de acordo com aquilo que os vereadores eh comentaram da fala de Vossa Senhoria.
  • OK. Obrigado. Eh, eu quero agradecer, né, o apoio a e a e o espaço para esse assunto que é tão sério, né? E só complementando a fala do vereador Ronils que sobre a diminuição de de gasto, além de você ter uma diminuição de internações, uma diminuição de uso de insumos, você tem também uma família produzindo mais, né? Por exemplo, a minha esposa hoje tá no trabalho, semana que vem ela viaja a trabalho, né? E eu tô trabalhando, eu trabalho remoto também.
  • Então você consegue, além de tudo, ter esse ganho de pessoas trabalhando, pessoas eh produzindo, né, mais adultos produzindo, gerando riqueza para pra nossa cidade, pra nossa nação. Eu quero agradecer a todos e espero que a prefeitura dê a esse apoio à gente também e e também coloque isso como eh prioridade para pra saúde pública aqui do da cidade de Campo Grande. Obrigado.
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